“nanananananá”
Esse é o SBT: sempre se superando por você!
P.S.: Agora o Homem do Baú também pode exibir seu selo “C de Cualidade”. Se bem que o SBT jáé sinônimo de qualidade há alguns anos…
Lendo meus feeds, achei esse post do Capetalismo, e achei muito interessante postar aqui também. Mais como um serviço de utilidade pública do blog, embora ache que muitas pessoas não irão ler. Mas se você tem 5 minutos disponíveis (com certeza tem, senão não estaria lendo até aqui), leia e compartilhe com seus conhecidos.
CARTA ABERTA AO BRADESCO
Senhores Diretores do Bradesco,
Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.
Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico, costureira, farmácia etc). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante.
Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade.
Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou,
dependendo do produto, até um pouquinho acima.
Que tal?
Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade.
Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho.
O padeiro me atende muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do pão, assim como, todo e qualquer serviço.
Além disso, me impõe taxas. Uma “taxa de acesso ao pãozinho”, outra “taxa por guardar pão quentinho” e ainda uma “taxa de abertura da padaria”. Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.
Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo em seu Banco.
Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me cobraram preços de mercado.
Assim como o padeiro me cobra o preço de mercado pelo pãozinho.
Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri.
Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma “taxa de abertura de crédito”
- equivalente àquela hipotética “taxa de acesso ao pãozinho”, que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar.
Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco.
Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma “taxa de abertura de conta”.
Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa “taxa de abertura de conta” se assemelharia a uma “taxa de abertura da padaria”, pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a padaria.
Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como “Papagaios”. Para liberar o “papagaio”, alguns gerentes inescrupulosos cobravam um “por fora”, que era devidamente embolsado.
Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos gerentes inescrupulosos.
Agora ao invés de um “por fora” temos muitos “por dentro”.
- Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00.
- Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 “para a manutenção da conta”
- semelhante àquela “taxa pela existência da padaria na esquina da rua”.
- A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo.
Semelhante àquela “taxa por guardar o pão quentinho”.
- Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer.
Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de seu Banco.
Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?
Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal. E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central.
Sei disso.
Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio de todo e qualquer risco.
Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados.
Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam garantidas em lei, tais taxas são uma imoralidade.
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Mais um serviço de utilidade pública do MeninoBuxudo.
E o Bradesco acaba de receber o selo “C de Cualidade”
Não sou muito de assistir TV, mas não posso negar que é bem gostoso deitar numa rede e ficar de bobeira olhando um programinha ou outro (não, não estou falando dos programas tipo Ronaldo).
O problema é que há determinados casos que a mídia escolhe como a carta da vez, e não há como o o telespectador escolher assistir aquilo ou outra coisa: é “caso Nardoni” ou nada!
Exemplo típico disso estamos vendo com o chamado “caso Nardoni”. Tá legal, foi um crime grotesco, todo mundo ficou indignado, puto da vida, doido pra se encontrar sozinho com o pai e a madrasta e um pedaço de ferro na mão. Confesso que eu fiquei.
Só que há vários crimes muito mais grotescos ocorrendo por aí a cada dia, e nem sequer tomamos conhecimento disso. Então por que será que a Globo, Record, SBT, Band, RedeTV, e mais todos os outros canais (abertos ou fechados) de TV insistem em encher nosso saco diariamente com o caso Nardoni? Alguém pode informar que já deu? Que isso não é mais notícia? Que só assistimos porque não trasmite-se outra coisa? Que a cobertura do caso já entrou pra nossa série “C de Cualidade”?
Bem, essa reclamação toda é só para dizer que a televisão da minha casa quebrou há duas semanas. E que eu nunca pensei que me sentiria aliviado por causa disso.
Mas se não conseguir e ficar na mão…
Faça como o Ronaldo, chame algum(as) amigs pra te ajudar!!!
Belos lances do futebol arte…
Você tá em casa, meio que de bobeira, pensando na salvação de sua alma e na vida eterna, mas não tem dinheiro para comprar seu vale-transporte para o céu pagar o dízimo ou sua oferta à igreja?
Pois relaxe, meu irmão, minha irmã. Sempre pensando na comodidade dos seus fiéis, a Igreja Universal resolveu adotar o Dízimo on-line. Agora qualquer pessoa poderá dar seu dízimo e sua oferta segundo o que seu coração mandar, sem precisar ver a cor do dinheiro e sem pensar na merda que tá fazendo.
Simples assim: você vai ao culto, recebe uma breve lavagem cerebral de duas horas, pega seu cartão de crédito e passa na maquinazinha. Isso mesmo: CARTÃO DE CRÉDITO!!!
Ou vocês achavam que a Universal (dona da Record) também não tem o seu “C” de Cualidade?
Em tempo: Roberto Justus que nada! O Aprendiz deveria ser com Edir Macedo! Verdadeira aula de gestão empresarial…
Para mostrar que isso não passa de injustiça, seguem abaixo algumas “pérolas” verídicas, envolvendo advogados, juízes, promotores, escrivãos, testemunhas, enfim, todos os que infestam trabalham nos fóruns do meu Brasil Varonil. Todas (e mais algumas) encontram-se no livro Desordem no Tribunal.
Pergunta: Qual é a data do seu aniversário?
Resposta: 15 de julho.
P: Que ano?
R: Todo ano.
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P: Essa doença, a miastenia gravis, afeta sua memória?
R: Sim.
P: E de que modo ela afeta sua memória?
R: Eu esqueço das coisas.
P: Você esquece… Pode nos dar um exemplo de algo que
você tenha esquecido?
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P: Que idade tem seu filho ?
R: 38 ou 35, não me lembro.
P: Há quanto tempo ele mora com você?
R: Há 45 anos.
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P! ! : Qual foi a primeira coisa que seu marido disse
quando acordou aquela manhã?
R: Ele disse, “Onde estou, Bete?”
P: E por que você se aborreceu?
R: Meu nome é Célia.
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P: Me diga, doutor… não é verdade que, ao morrer no
sono, a pessoa só saberá que morreu na manhã seguinte?
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P: Seu filho mais novo, o de 20 anos…
R: Sim.
P: Que idade ele tem?
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P: Sobre esta foto sua…o senhor estava presente
quando ela foi tirada?
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P: Então, a data de concepção do seu bebê foi 08 de
agosto?
R: Sim, foi.
P: E o que você estava fazendo nesse dia?
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P: Ela tinha 3 filhos, certo?
R: Certo.
P: Quantos eram meninos?
R: Nenhum
P: E quantas eram meninas?
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P: Sr.Marcos, por que acabou seu primeiro casamento?
R: Por morte do cônjuge.
P: E por morte de que cônjuge ele acabou?
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P: Poderia descrever o suspeito?
R: Ele tinha estatura mediana e usava barba.
P: E era um homem ou uma mulher?
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P: Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em
pessoas mortas?
R: Todas as autópsi as que fiz foram em pessoas
mortas…
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P: Aqui na corte, para cada pergunta que eu lhe
fizer, sua resposta deve
ser oral, ok?
P: Que escola você freqüenta?
R: Oral.
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P: Doutor, o senhor se lembra da hora em que começou a
examinar o corpo da
vitima?
R: Sim, a necrópsia começou às 20:30h.
P: E o sr. Décio já estava morto a essa hora?
R: Não… Ele estava sentado na maca, se perguntando
porque eu estava fazendo aquela necrópsia nele.
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******* Essa é a melhor ********continuação…
P: Doutor, antes de fazer a necrópsia, o senhor
checou o pulso da vítima?
R: Não.
P: O senhor checou a pressão arterial?
R: Não.
P: O senhor checou a respiração?
R: Não.
P: Então, é possível que a vítima estivesse viva
quando a necrópsia começou?
R: Não.
P: Como o senhor pode ter essa certeza?
R: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre
a mesa.
P: Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?
R: Sim, é possível que ele estivesse vivo e cursando
Direito em algum lugar!
===*===
Fiquei em dúvida se colocava na categoria “C” de CUalidade ou em Piada Pronta… É muita informação!
Todo mundo que tem TV em casa, e em determinadas horas se vê, praticamente obrigado ou por vontade própria, assistindo a algum programa da RedeGlobo, com certeza já deve ter presenciado à propaganda do “Q de Qualidade da Globo”.
Pois bem, como nem tudo são flores, o MeninoBuxudo resolveu lançar a Campanha C de CUalidade, a fim de “homenagear” as maiores cagadas do momento. A campanha não se restringe à blogosfera, ou à internet, nem sequer ao que ocorre no Brasil. Pelo contrário, como mais um de nossos métodos para tentar conquistar o mundo, temos em mente um projeto MEGALOMANÍACO: toda e qualquer merda, daquelas que você não acredita que possa realmente acontecer, poderá ser objeto da fúria buxudística.
Pra começar, nada melhor que uma singela e suave canção, de uma das bandas de forró mais famosas aqui no Nordeste: Aviões do Forró. O simples título da música já dá o tom da inacreditável “criatividade” de seus compositores. Confiram:
Vem meu cajuzinho
Te dou muito carinho
Me dá seu coração
Me dá seu coração
Vem meu moranguinho
Te pego de jeitinho
Te encho de tesão
Te encho de tesão
Me deixa maluca
Tira o mel da fruta
Me mata de amor
Me mata de amor
Me pega no colo
Me olha nos olhos
Me beija que é bom
Me beija que é bom
Na sua boca eu viro fruta
Chupa que é de uva
Chupa, chupa
Chupa que é de uva
Na sua boca eu viro fruta
Chupa que é de uva
Chupa, chupa
Chupa que é de uva
Chupa, chupa
Chupa que é de uva
Lindo não? Tinha certeza que seria a música a tocar em minha formatura. Mas para meu delírio, eis que esta semana ou viuma nova pérola: uma canção-resposta à Chupa que é de Uva. A letra, provavelmente escrita por Chico Buarque em co-autoria com João Gilberto, é a seguinte:
Hoje eu vou fazer um Big Brother
Funk, Forró e Pagode lá dentro do meu AP
Só eu e você, vai ter BBB
Hoje a minha cama é o Paredão,
Sem anjo,sem salvação, e eu já indiquei você
Vou botar pra descer, vou botar pra descer
Mas e o outro jogo adiado eu não quero mais
Por que só a pré-eliminar não me satisfaz
Chupei sua uva e gostei só que não rolou
E eu na vontade fiquei sem fazer amor
Já que você me provocou, agora experimenta
Senta que é de menta, Senta que é de menta
Tchaca-Tchaca, Vuco-Vuco será que você aguenta?
Senta que é de menta, Senta que é de menta
Já que você me provocou,agora experimenta
Senta que é de menta, Senta que é de menta
Tchaca-Tchaca, Vuco-Vuco será que você aguenta?
Senta que é de menta, Senta que é de menta”
Se vocês acessarem os links, vão ver que o MESTRE Richardson Maia (quem?) participou d elaboração de ambas as letras. O cara é um verdadeiro gênio! Sem brincadeiras: pra fazer duas bostas dessas tocarem 24h por dia, uma após a outra, em todas as rádios do Nordeste, levar milhares de pessoas a entrarem em comunidades com o nome das músicas e ainda gerar uma rivalidade entre os coitados “fãs” das mesmas, tem que ser FODÃO!
Já imagino as próximas: “LAMBA QUE É DE MANGA” e “CHEIRA QUE É DE PÊRA”…
Salada de frutas é para os fracos!
Em tempo: Gabriel, o Pensador e MV Bill já fizeram contatos telefônicos com Richardson Maia. Aguardem: novas composições com o mesmo caráter político e sócio-educativo à vista.
Em Breve mais no “C” de CUalidade